Neste momento deveria já estar a decorrer um debate elevado, mas largamente aberto e participado sobre os muitos problemas concretos que a nossa universidade possui para melhor orientar o nosso voto (a não ser que as listas que se candidatam, nomeadamente as dos professores, não tenham diferenças concretas de fundo neste aspecto). Estou convencido de que tais diferenças existem, mas a verdade é que não as conhecemos. Estarão à espera do período de campanha eleitoral marcado no calendário eleitoral (26 de Fevereiro a 11 de Março) para dizer o que têm para dizer? Vão dizer e debater tudo nesse curtíssimo período? Se assim for, do mal o menos, mas importa lembrar que os problemas da Universidade do Minho podem e devem ser abertamente discutidos antes, durante e depois das eleições. Não compreender isso é não compreender nem praticar o sistema democrático de governo das universidades e então é de perguntar se o merecemos.