Todas as universidades públicas deveriam ter na sua página na internet, em lugar inicial e bem destacado, uma informação clara e sucinta sobre elas, contendo a data da criação, a identificação das unidades orgânicas (especialmente as Escolas) que a compõem, o número de alunos, o número de professores e funcionários e pouco mais. Algo que se pudesse ler num minuto. Tratar-se-ia de informação e não de propaganda. A Universidade do Minho não tem e devia ter. A Universidade do Porto dá exemplo desde há muito tempo: ver "Sobre a U. Porto" – "Quem somos". Pena é que não especifique as 14 faculdades.
quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Os estudantes vão votar
Dentro de breves semanas, os estudantes da UM vão a votos para escolher os seus representantes no Conselho Geral. Amanhã, dia 21, decorrerá uma reunião extraordinária do CG para aprovar o respectivo regulamento eleitoral (já deveria estar aprovado há muito mais tempo!). Dos estudantes espera-se que estejam atentos e que não seja apenas uma pequeníssima percentagem dos mais de 17.000 alunos da nossa universidade que participem na preparação e votação.
sábado, 12 de março de 2011
Rectaguarda jurídica da UM
Um dos assuntos mais falados ao longo dos debates que decorreram sobre o regime jurídico da universidade foi a necessidade de a Universidade do Minho ter uma muito forte rectaguarda jurídica para a apoiar nos muitos problemas que vai ter. De acordo! Acrescento apenas que essa rectaguarda jurídica é precisa quanto antes e independentemente da forma jurídica que a UM futuramente possuir.
terça-feira, 8 de março de 2011
As melhores universidades inglesas...
Vale a pena ouvir os debates organizados pelo Conselho Geral e que estão disponíveis no site do CG e também, por remissão, aqui neste blogue. Estou a ouvir o segundo debate e convido as pessoas interessadas na boa gestão das universidades a ouvir, por exemplo, o que disse o Dr. João Salgueiro, acompanhado noutra formulação pelo Dr. Laborinho Lúcio e ainda pelo Prof. Júlio Pedrosa sobre a necessidade de "um escritório de advogados de direito administrativo e direito constitucional" no caso de passagem da UM a fundação.
Noutro plano e perguntado aos oradores se havia um RJIES para universidades de segunda (o do regime geral) e outro para universidades de primeira (o do regime fundacional), o Prof. Alberto Amaral respondeu que "não veria isso assim" e que, por exemplo, as melhores universidades inglesas (Oxford, Cambridge, etc.) são claramente universidades tradicionais na sua forma de gestão e na sua forma de governo.
sexta-feira, 4 de março de 2011
O problema é a cultura da instituição
Em conversa com um colega perguntei-lhe qual a opinião sobre o debate em curso na Universidade do Minho. A resposta foi rápida e mais ou menos esta: o problema não é o regime jurídico, o problema é a cultura da instituição. O futuro da UM depende fundamentalmente desta e não do seu regime jurídico.
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