O desenvolvimento desta Universidade tem sido notável, posicionando-se hoje entre as cinco primeiras das 14 universidades públicas existentes no nosso país. É também uma das universidades mais completas, sendo a única que se pode comparar, neste aspecto, com as de Coimbra, Lisboa e Porto.
Este desenvolvimento da Universidade do Minho só foi possível graças a um pensamento estratégico muito bem conseguido, desde o seu início, que consistiu em torná-la uma universidade aberta aos diversos ramos do saber.
Seria interessante contar a história da criação, que não foi fácil, do Curso de Direito (1993), do Curso de Medicina (2001) e respectivas Escolas, mas não é este o espaço adequado. Adequado aqui é lembrar que ainda muito está por fazer e que para isso todos os que gostam da Universidade do Minho têm muito trabalho pela frente, desde os mais novos (os estudantes, com o estudo e suas iniciativas nomeadamente associativas) até aos mais velhos (professores reformados ou jubilados incluídos) e sem esquecer os funcionários, claro!
P.S.: O futuro de uma instituição depende muito do envolvimento de todos os que nela trabalham, mas não só. Também os antigos estudantes, as instituições públicas e privadas que lhe estão próximas e os meios de comunicação social fazem falta. Como falta faz a livre circulação de informação e de opinião.