Será que os agora eleitos vão seguir os caminhos tão criticados da democracia representativa nos termos da qual, uma vez empossados, só voltam a "ligar" aos eleitores daqui a 4 anos? Ou vão ter uma relação mais directa com os representados, prestando contas do que vão fazendo, de acordo com as regras da democracia participativa que também rege a Constituição do nosso país? Esta é a pergunta e o desafio que lanço, sendo certo que esse desafio tem ricochete, pois obriga os representados a serem exigentes e a acompanhar de perto o trabalho dos eleitos.
Adenda: Enviei isto para "todos" ontem. Releio e penso: valerá a pena? Valerá a pena lutar por formas de democracia participativa? A universidade – e nomeadamente a UM – não reflectirá bem a democracia que existe no nosso país? Uma democracia de cidadãos passivos?
António Cândido de Oliveira
Membro do Conselho Geral Cessante