As universidades deveriam ter autonomia para gerir com liberdade (e consequente responsabilidade) os seus orçamentos. A mesma autonomia que têm, por exemplo, os municípios. Será disso que se trata, tendo em conta a notícia publicada no Diário Económico de 07/09/11? Com o título "Crato dá autonomia às universidades para gerirem orçamentos", pode ler-se naquele jornal a certa altura: "Pela primeira vez em trinta anos os reitores das universidades portuguesas e os presidentes dos institutos politécnicos vão ter liberdade para distribuir a sua dotação orçamental". É tema a merecer, logo que possível, melhor atenção.