Sem que porventura os responsáveis do planeamento do Campus de Gualtar de 1997 pensassem nisso, o certo é que cavaram um fosso entre a parte poente do campus, onde se encontram várias Escolas e a parte central onde estão os complexos pedagógicos, a biblioteca geral e outros equipamentos do maior interesse. Esse fosso nota-se, por exemplo, na muito menor frequência dos alunos na parte poente. É uma situação que bem se poderia remediar com ligações abrigadas simples entre as duas partes e plantação de árvores, por exemplo.